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A revolução do vídeo online

31/08/2012

Os vídeos online chegam a 96% dos usuários de internet no mundo, metade deles compartilha vídeos e um terço faz algum comentário. Só esses dados, divulgados por uma pesquisa feita em conjunto com a comScore, Accenture, Ibope e IAB, já nos dão certeza absoluta de duas coisas: a primeira, que todo mundo gosta de vídeos; a segunda, que esse tipo de mídia se tornou muito comum nos últimos anos. Claro que o YouTube tem muita responsabilidade por isso, assim como a banda larga, o surgimento de dispositivos dotados de câmeras e, sem dúvida, o fator social. Foi o comportamento humano que promoveu a proliferação e consumo de vídeos dos mais variados gêneros, temas, funções e objetivos, como mostra o [gigantesco] infográfico abaixo:

Veja mais infográficos em “Stuff”

Unir o potencial dos vídeos com a criatividade das pessoas conectadas à rede soa mais do que natural nesse contexto. Foi exatamente isso que fez a Poptent, empresa que lança desafios criativos para uma rede social de mais de 35 mil pessoas, dispostas a criar vídeos para marcas ao redor do mundo. O CEO da Poptent, Andy Jedynak, em visita ao Brasil, conversou comigo sobre como marcas e profissionais ganham com esse modelo.

Se a boa e velha TV não é apenas mais uma TV, mas agora também está conectada à internet e é capaz de receber e transmitir diferentes tipos de conteúdo, o consumo de vídeos e filmes também não é mais o mesmo. Serviços como Netflix e o consumo de conteúdo on demand só reforça o fato de que essa indústria ainda vai render bons lucros, pelo simples fato de que as pessoas vão passar mais tempo consumindo vídeos através de diferentes telas, seja plasma, LCD, 2D ou 3D, tablets, laptops, smartphones, e daí por diante. Como conseqüência, o bolo publicitário terá uma nova distribuição. A Forrester Research previu recentemente que a internet responderá por 35% da receita publicitária nos EUA em cinco anos. Em outras palavras, a tradicional publicidade na TV vai dar lugar à publicidade feita para e pela web, incluindo aqui os dispositivos móveis, incluindo aqui os modelos colaborativos, como o da Poptent.

Se hoje é impossível imaginar que uma TV não seja em cores ou que não tenha tela plana, será difícil conceber que as TVs, logo mais, não estejam conectadas à internet. Da mesma forma, se já é difícil aceitar que uma agência de publicidade não possa produzir conteúdo digital, será igualmente inaceitável agências e empresas que não coloquem o digital no centro de sua estratégia de negócios. Afinal, se a internet é natural para as pessoas, deveria ser natural para as marcas.

edmarbulla

http://www.edmarbulla.com.br

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